Kelly Monson, ‘Suction’ from the Deformities series, 16 x 20
flickr.com:photos:rafaRafael Edwards
Julie, honey, would you like a cup of tea? Maybe we could go out for a walk -I know you love those raining afternoons
Oh, your lips, your arms, the touch of your skin; It’s all gone now, babie.
Nas experiências presentes, receio, estamos sempre “ausentes”: nelas não temos nosso coração - para elas não temos ouvidos. Antes, como alguém divinamente disperso e imerso em si, a quem os sinos acabam de estrondear no ouvido as doze batidas do meio-dia, e súbito acorda e se pergunta “o que foi que soou?”, também nór por vezes abrimos depois os ouvidos e perguntamos, surpresos e perplexos inteiramente, “o que foi que vivemos?”, e também “quem somos relmente?”, e em seguida contamos, depois, como disse, as doze vibrantes batidas da nossa vivência, da nossa vida, nosso ser - ah! e contamos errado… Pois continuamos necessariamente estranhos a nós mesmos, não nos compreendemos, temos que nos mal-entender, a nós se aplicará para sempre a frase: “Cada qual é o mais distante de si mesmo” - para nós mesmos somos “homens do desconhecimento”…
NIETZSCHE
Source unknown
(via hexavalentchromium, vintague)
(via 2headedsnake)






